Deutsche Tageszeitung - Japão considera necessário reforçar suas forças armadas com 'urgência'

Japão considera necessário reforçar suas forças armadas com 'urgência'


Japão considera necessário reforçar suas forças armadas com 'urgência'
Japão considera necessário reforçar suas forças armadas com 'urgência' / foto: © AFP/Arquivos

O Japão precisa reforçar suas forças armadas com um "senso de urgência e de crise", afirmou o ministro da Defesa japonês nesta terça-feira (4), após um novo relatório do governo destacar novamente os crescentes riscos representados por China, Coreia do Norte e Rússia.

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O Japão já está aumentando os gastos militares e a cooperação em segurança na Ásia: implantou lançadores de mísseis em ilhas periféricas, tomou medidas para adquirir capacidades de "contra-ataque" e flexibilizou as normas de exportação de armas.

No entanto, o ministro Shinjiro Koizumi afirmou no prefácio do anual Livro Branco da Defesa que é "imperativo que o Japão reforce e transforme ainda mais suas capacidades de defesa com um senso de urgência e de crise mais forte do que nunca".

Na região da Ásia-Pacífico, "não apenas China e Coreia do Norte estão aumentando suas capacidades militares, mas a cooperação entre China e Rússia, e entre Rússia e Coreia do Norte, também está se intensificando", acrescentou.

O relatório observa que a China está "intensificando suas atividades" na região ao redor do Japão e lista uma série de incidentes em 2025.

O Livro Branco está "repleto de narrativas falsas" e é "uma desculpa para relaxar as próprias restrições militares", disse o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Chen Xi.

Em abril, o Japão decidiu suspender sua proibição autoimposta de exportação de armas, mas o Livro Branco destacou problemas na base de produção do país que podem comprometer aquisições e inovação.

Koizumi observou que ele e seu homólogo americano, Pete Hegseth, discutiram a aliança "inabalável" entre os Estados Unidos e o Japão, que também intensificou a cooperação em segurança com Filipinas, Austrália e Coreia do Sul.

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(O.Zhukova--DTZ)