Deutsche Tageszeitung - Pausas para hidratação favorecem os mais fracos, mas times fortes também tiram proveito, diz Scaloni

Pausas para hidratação favorecem os mais fracos, mas times fortes também tiram proveito, diz Scaloni


Pausas para hidratação favorecem os mais fracos, mas times fortes também tiram proveito, diz Scaloni
Pausas para hidratação favorecem os mais fracos, mas times fortes também tiram proveito, diz Scaloni / foto: © AFP

O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, disse neste domingo (21) que as pausas para hidratação introduzidas nas partidas poderiam, em teoria, favorecer a equipe que está perdendo, embora o time que ataca também possa tirar proveito delas.

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"Pode ajudar uma equipe tecnicamente um pouco mais fraca, porque eles têm tempo para se recuperar e para organizar seus jogadores", afirmou o treinador em entrevista coletiva antes da partida desta segunda-feira (22) contra a Áustria, marcada para as 12h, no horário local (14h de Brasília) no Dallas Stadium, um estádio coberto e climatizado.

Mais tarde, Scaloni esclareceu que a pausa pode ser aproveitada por ambas as equipes.

"Os planos que você tem em mente podem mudar com base no que acontece durante aqueles 22 ou 23 minutos [antes da primeira paralisação]. Fazemos o que normalmente se faz no intervalo padrão, só que fazemos ali mesmo", explicou.

"Posso estar passando uma ideia errada ao dizer que é apenas para o adversário mais fraco. Também ajuda o time que busca o ataque. Dá tempo para fazer ajustes, não é? Mas acho estranho ter que se adaptar a isso", observou.

Esta é a maior Copa do Mundo da história, com 48 seleções, e desta vez há pausas de três minutos para hidratação em cada tempo das partidas. Scaloni explicou que isso, na prática, divide os jogos em quatro quartos.

A Argentina iniciou a defesa do título com um 'hat-trick' de Lionel Messi na vitória por 3 a 0 sobre a Argélia. Scaloni também admitiu que tenta assistir a todas as partidas.

"Você aprende muitas coisas. Está constantemente observando situações (...) E tentar avaliar os rumos da Copa do Mundo, embora seja um pouco difícil entender para onde o torneio está caminhando. Há algumas situações bem estranhas", disse ele, referindo-se às dificuldades que algumas favoritas enfrentaram em jogos contra nações que não têm grande tradição no futebol.

"O que estamos vendo nesta Copa do Mundo é que não existem jogos fáceis", acrescentou.

(V.Sørensen--DTZ)

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