Deutsche Tageszeitung - Reconhecimento da Palestina enviará 'mensagem muito clara' a Israel, diz diplomacia palestina

Reconhecimento da Palestina enviará 'mensagem muito clara' a Israel, diz diplomacia palestina


Reconhecimento da Palestina enviará 'mensagem muito clara' a Israel, diz diplomacia palestina
Reconhecimento da Palestina enviará 'mensagem muito clara' a Israel, diz diplomacia palestina / foto: © AFP

O futuro reconhecimento do Estado da Palestina por vários países, à margem da Assembleia Geral da ONU, representará "uma mensagem muito clara" para Israel, declarou, nesta quarta-feira (17), a ministra das Relações Exteriores da Autoridade Palestina, Varsen Aghabekian Shahin.

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Em entrevista à AFP, a poucos dias da cúpula sobre a questão palestina que será copresidida por França e Arábia Saudita em 22 de setembro, na ONU — na qual vários países prometeram reconhecer oficialmente o Estado palestino —, Aghabekian disse esperar que a comunidade internacional cumpra sua palavra.

"O reconhecimento não é simbólico. É algo muito importante, porque envia um recado claro aos israelenses sobre a ilusão de querer perpetuar a ocupação para sempre", afirmou.

A chanceler palestina disse esperar que o gesto seja "um impulso para o futuro" e ajude a conter Israel.

"Israel diz ao mundo: 'Quero seguir adiante, quero construir esse grande Israel', o que implica uma ameaça à segurança, à independência e à soberania dos Estados vizinhos. E a ausência de reconhecimento só reforça os extremistas de ambos os lados — israelenses e palestinos — que não desejam ver dois Estados coexistindo", acrescentou.

Na terça-feira, Israel anunciou o início de uma ampla ofensiva terrestre e aérea contra a Cidade de Gaza, com o objetivo de "eliminar" o movimento islamista Hamas, cujo ataque em 7 de outubro de 2023 em território israelense desencadeou a guerra na Faixa de Gaza.

A campanha de represália de Israel já deixou ao menos 65.062 palestinos mortos na Faixa de Gaza, a maioria civis, segundo números do Ministério da Saúde, considerados confiáveis pela ONU.

(T.W.Lukyanenko--DTZ)

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