Deutsche Tageszeitung - Lula exige que Israel libere integrantes da flotilha para Gaza 'o quanto antes'

Lula exige que Israel libere integrantes da flotilha para Gaza 'o quanto antes'


Lula exige que Israel libere integrantes da flotilha para Gaza 'o quanto antes'
Lula exige que Israel libere integrantes da flotilha para Gaza 'o quanto antes' / foto: © AFP/Arquivos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva exigiu, nesta segunda-feira (6), que o governo de Israel permita "o quanto antes" o retorno seguro dos integrantes da flotilha de ajuda a Gaza que permanecem detidos, entre eles vários brasileiros.

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Israel interceptou na semana passada, em águas internacionais, a flotilha Global Sumud, composta por 45 embarcações que partiram de Barcelona, Espanha.

A operação humanitária tinha como objetivo romper o bloqueio israelense para entregar ajuda a Gaza, onde a ONU declarou estado de fome após dois anos de guerra entre Israel e o movimento islamista armado Hamas.

Mais de 470 pessoas que participavam da flotilha foram detidas, segundo as autoridades israelenses.

Lula denunciou que Israel "violou as leis internacionais ao interceptar os integrantes da flotilha" fora de seu mar territorial e "segue cometendo violações ao mantê-los detidos em seu país", conforme escreveu em publicação na rede social X.

Thiago Ávila, um dos coordenadores da flotilha, e outros três brasileiros participam de uma greve de fome coletiva de um grupo de detidos, informou nesta segunda-feira (6) à AFP Lara Souza, porta-voz da delegação brasileira da Global Sumud.

Lula ordenou ao Ministério das Relações Exteriores que “use todas as ferramentas diplomáticas e legais” para que “essa absurda situação se encerre o quanto antes” e Israel “possibilite aos integrantes brasileiros da flotilha regressarem a nosso país em plena segurança”.

Nesta segunda-feira, o governo israelense informou que 171 ativistas haviam sido deportados, incluindo a sueca Greta Thunberg.

Entretanto, 138 pessoas permanecem sob custódia israelense, entre elas 13 brasileiros.

Ativistas deportados para Atenas denunciaram ter sido vítimas de violência e “tratados como animais”.

Israel negou as acusações e assegurou que “todos os direitos legais” foram “completamente respeitados”.

(L.Svenson--DTZ)

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